Introdução
A emissão de documentos fiscais faz parte da rotina de grande parte dos estabelecimentos varejistas. Sempre que uma venda é realizada, a empresa precisa registrar corretamente os produtos, os valores, os tributos e a forma de pagamento utilizada pelo consumidor. Quando esse processo não está integrado ao sistema de vendas, a operação pode ficar mais lenta e sujeita a inconsistências.
A NFC Nota Fiscal é um documento eletrônico utilizado para registrar vendas destinadas ao consumidor final. Ela reúne informações importantes sobre a operação, como os dados do estabelecimento, os itens comercializados, as quantidades, os preços, os descontos, os tributos e o pagamento recebido.
Na prática, a expressão está relacionada à NFC-e, sigla para Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica. Esse documento substitui modelos tradicionais de registro fiscal em diferentes operações do varejo e permite que as informações da venda sejam transmitidas eletronicamente para autorização.
A integração com o sistema PDV permite que o documento fiscal seja gerado a partir dos mesmos dados utilizados para finalizar a venda no caixa. Assim, o operador não precisa registrar uma informação no sistema comercial e depois digitá-la novamente em outro programa.
A relação entre o registro da venda e a emissão fiscal
O sistema PDV é responsável por organizar o atendimento no ponto de venda. Por meio dele, o operador pesquisa ou lê os produtos, informa as quantidades, aplica descontos permitidos, identifica a forma de pagamento e finaliza a operação.
Essas mesmas informações são necessárias para emitir a NFC Nota Fiscal. Portanto, quando o PDV possui integração fiscal, os dados registrados durante o atendimento podem ser aproveitados automaticamente na geração da NFC-e.
Um fluxo integrado normalmente segue estas etapas:
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O operador inclui os produtos no PDV.
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O sistema consulta preços e informações cadastrais.
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Os descontos ou acréscimos são aplicados.
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O consumidor informa a forma de pagamento.
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O sistema calcula o valor total da venda.
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Os dados fiscais são preparados.
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A NFC-e é transmitida para autorização.
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O retorno da operação é registrado.
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O documento auxiliar pode ser impresso ou disponibilizado ao consumidor.
Dessa forma, a venda e a emissão fiscal deixam de ser atividades separadas e passam a fazer parte de um único processo.
Problemas de manter os processos separados
Quando a venda é registrada em um sistema e a nota fiscal é emitida em outra ferramenta sem integração, os dados precisam ser informados mais de uma vez. Essa duplicidade aumenta o tempo necessário para finalizar o atendimento e pode gerar erros de digitação.
O operador pode informar uma quantidade diferente da que foi vendida, selecionar o produto incorreto ou registrar outra forma de pagamento. Também podem surgir divergências entre o valor apresentado no caixa e o valor incluído no documento fiscal.
Outro problema está na atualização dos controles internos. Se a venda for registrada apenas no PDV e o documento fiscal for emitido separadamente, o estoque, o caixa e o financeiro podem apresentar informações diferentes. Isso dificulta a conferência dos resultados e aumenta o retrabalho da equipe.
Entre os principais problemas de uma operação sem integração estão:
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Digitação repetida das informações;
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Maior tempo para finalizar a venda;
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Divergências entre o PDV e o documento fiscal;
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Erros no cadastro tributário dos produtos;
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Dificuldade para localizar os documentos emitidos;
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Falhas na baixa do estoque;
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Diferenças no fechamento do caixa;
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Retrabalho durante conferências fiscais;
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Maior dependência de controles manuais.
Como a integração reduz erros e tarefas manuais
Com a integração, as informações comerciais e fiscais podem ser tratadas dentro do mesmo fluxo. O operador registra a venda uma única vez, enquanto o sistema utiliza os dados cadastrados para preparar a emissão.
Isso reduz a necessidade de preencher manualmente informações como descrição, quantidade, valor unitário, desconto e forma de pagamento. Também permite que os dados tributários vinculados aos produtos sejam utilizados automaticamente.
A integração ainda pode atualizar o estoque, registrar a movimentação do caixa e alimentar o controle financeiro. Quando ocorre um cancelamento, o sistema também pode manter os setores relacionados atualizados, conforme as regras configuradas.
Ao longo deste conteúdo, serão apresentados o conceito da NFC Nota Fiscal, as informações presentes no documento, suas principais utilizações e as diferenças entre NFC-e, NF-e, SAT e cupom fiscal. Esses pontos ajudam a compreender como a emissão funciona e qual documento pode ser adequado para cada tipo de operação.
O que é NFC Nota Fiscal e para que ela serve?
A NFC Nota Fiscal é utilizada para documentar eletronicamente uma venda realizada ao consumidor final. Sua finalidade é registrar a operação comercial e disponibilizar as informações necessárias para o estabelecimento, o consumidor e a administração tributária.
O documento permite identificar quem realizou a venda, quais produtos foram comercializados, quanto foi pago e quais tributos estão relacionados à operação. A emissão também contribui para a organização fiscal da empresa e para a conferência das movimentações realizadas no ponto de venda.
Significado da NFC-e
NFC-e significa Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica. Trata-se de um documento fiscal digital, emitido e armazenado eletronicamente. Sua validade depende da assinatura digital do emitente e da autorização concedida pelo serviço fiscal responsável.
A NFC-e é empregada principalmente nas vendas presenciais ou nas entregas destinadas ao consumidor final, conforme as regras aplicáveis à operação. Ela é comum no comércio varejista porque pode ser emitida durante a finalização da venda no caixa.
A NFC Nota Fiscal registra informações como produtos, quantidades, preços, tributos e pagamentos. Depois que os dados são preparados pelo sistema, o documento é transmitido eletronicamente para validação. Quando a operação é autorizada, a venda recebe uma chave de acesso que permite consultar sua autenticidade.
Diferença entre o arquivo digital e o documento impresso
É importante diferenciar o documento fiscal eletrônico de sua representação impressa. A NFC-e existe em formato digital e contém todos os dados fiscais da operação. Esse arquivo eletrônico é o documento que deve ser armazenado e gerenciado pelo estabelecimento conforme as exigências aplicáveis.
O papel entregue ao consumidor é uma representação simplificada da NFC-e. Ele apresenta as informações essenciais da compra e permite consultar o documento completo por meio da chave de acesso ou do QR Code.
Portanto, a impressão não representa todo o documento eletrônico. Ela funciona como um comprovante resumido e como um meio de acesso às informações autorizadas. Dependendo do processo adotado pelo estabelecimento e das regras aplicáveis, essa representação também pode ser disponibilizada digitalmente.
Principais informações da NFC-e
A NFC Nota Fiscal reúne dados comerciais, fiscais e financeiros da venda. Essas informações são obtidas a partir dos cadastros do sistema e dos registros efetuados no PDV.
Entre os principais dados estão:
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Razão social e nome do estabelecimento;
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CNPJ e inscrição estadual;
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Endereço do emitente;
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Data e horário da emissão;
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Número e série do documento;
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Produtos vendidos;
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Código e descrição dos itens;
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Quantidades comercializadas;
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Valores unitários;
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Valor total dos produtos;
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Descontos e acréscimos;
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Tributos relacionados à operação;
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Forma de pagamento;
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Valor recebido;
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Troco, quando houver;
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Identificação do consumidor, quando informada;
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Chave de acesso;
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Protocolo de autorização;
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QR Code para consulta.
Para que essas informações sejam geradas corretamente, o cadastro dos produtos precisa estar atualizado. Dados como NCM, CFOP, CST ou CSOSN, unidade de comercialização e origem da mercadoria podem ser necessários conforme o regime tributário e a operação realizada.
A forma de pagamento também deve corresponder ao que ocorreu no caixa. Se o consumidor pagar uma parte em dinheiro e outra no cartão, por exemplo, o sistema precisa registrar corretamente a divisão dos valores.
A função da chave de acesso e do QR Code
A chave de acesso é uma sequência numérica que identifica individualmente o documento fiscal. Ela permite localizar a operação autorizada e verificar os seus dados.
O QR Code facilita essa consulta por dispositivos móveis. Ao apontar a câmera para o código, o consumidor pode acessar as informações disponibilizadas pelo serviço fiscal responsável. Isso torna a conferência mais simples e ajuda a verificar a autenticidade do documento.
Para gerar o QR Code corretamente, o sistema emissor precisa estar configurado com as credenciais e informações exigidas. Uma configuração incorreta pode impedir a autorização ou provocar rejeições durante a transmissão.
Quando a NFC-e é utilizada
A NFC Nota Fiscal é utilizada principalmente em operações de varejo destinadas ao consumidor final. Sua aplicação pode variar de acordo com a legislação estadual, o tipo de estabelecimento e as características da venda.
Ela pode ser encontrada em:
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Lojas de roupas, calçados e acessórios;
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Mercados e supermercados;
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Minimercados e mercearias;
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Lojas de conveniência;
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Farmácias e drogarias;
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Restaurantes e lanchonetes;
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Padarias e confeitarias;
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Papelarias;
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Pet shops;
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Lojas de materiais para construção;
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Comércios de eletrônicos;
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Outros estabelecimentos varejistas.
Em uma loja, por exemplo, a emissão pode ocorrer após o operador registrar os produtos e confirmar o pagamento. Em um mercado, o processo pode ser iniciado pela leitura dos códigos de barras. Em restaurantes e padarias, a emissão pode ser vinculada ao fechamento de uma comanda ou ao pagamento realizado no balcão.
Embora o princípio seja semelhante, cada segmento possui particularidades. Por isso, o sistema deve ser configurado de acordo com os produtos vendidos, o regime tributário da empresa e as regras fiscais aplicáveis à região.
Qual é a diferença entre NFC-e, NF-e, SAT e cupom fiscal?
Os documentos fiscais não são utilizados exatamente nas mesmas situações. Cada modelo possui uma finalidade e pode atender a diferentes tipos de operação. Compreender essas diferenças ajuda a evitar a escolha incorreta do documento durante a venda.
NFC-e
A NFC-e é indicada principalmente para operações de varejo destinadas ao consumidor final. Ela costuma ser emitida durante o atendimento no caixa e pode ser integrada ao PDV.
A NFC Nota Fiscal é gerada eletronicamente, assinada digitalmente e transmitida para autorização. Depois da aprovação, o consumidor pode receber uma representação simplificada com a chave de acesso e o QR Code.
Entre suas características estão:
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Utilização comum em vendas presenciais;
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Emissão eletrônica;
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Autorização pela administração tributária;
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Consulta por chave de acesso;
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Disponibilização de QR Code;
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Integração com o sistema PDV;
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Possibilidade de operação em contingência, conforme as regras aplicáveis.
A identificação do consumidor pode ser solicitada em determinadas situações ou informada voluntariamente, de acordo com a legislação e com as características da operação.
NF-e
A NF-e significa Nota Fiscal Eletrônica e é representada pelo modelo 55. Ela é utilizada em diferentes operações de circulação de mercadorias e pode atender vendas realizadas para empresas, transferências, devoluções, remessas e outras movimentações.
Também é comum em operações que envolvem transporte de mercadorias, entregas, vendas interestaduais ou negociações nas quais é necessário incluir informações mais completas sobre o destinatário.
Assim como a NFC-e, a NF-e existe digitalmente, possui chave de acesso e depende de autorização eletrônica. Entretanto, sua finalidade e seu conjunto de informações são diferentes.
A NF-e costuma exigir dados mais detalhados sobre o destinatário, a natureza da operação, o transporte e os produtos. Sua representação auxiliar é o DANFE, documento que acompanha a mercadoria quando necessário.
SAT e outros documentos fiscais
O SAT é uma solução utilizada para registrar e transmitir operações do varejo em contextos específicos. Sua aplicação está relacionada às regras adotadas pela unidade federativa responsável pela operação.
Diferentemente de uma emissão que depende diretamente da comunicação com o serviço autorizador no momento da venda, o equipamento ou solução SAT processa e autentica as informações conforme o seu modelo de funcionamento.
Entretanto, as exigências fiscais passam por atualizações e não são iguais em todos os estados. Algumas localidades utilizam a NFC-e como principal documento eletrônico no varejo, enquanto outras podem adotar regras, cronogramas ou soluções diferentes.
O cupom fiscal, por sua vez, é uma denominação associada a documentos emitidos por equipamentos fiscais tradicionais ou a representações de vendas ao consumidor. O modelo utilizado depende da legislação aplicável e da tecnologia autorizada para o estabelecimento.
Antes de configurar o sistema, é importante verificar:
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Qual documento é aceito no estado;
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Se a empresa precisa realizar credenciamento;
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Quais certificados ou códigos de segurança são exigidos;
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Qual modelo deve ser usado em cada operação;
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Se existe obrigatoriedade de equipamento específico;
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Como deve funcionar a contingência;
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Quais prazos se aplicam ao cancelamento;
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Como os arquivos devem ser armazenados.
A contabilidade pode ajudar a identificar as regras relacionadas ao regime tributário, à atividade da empresa e ao estado onde o estabelecimento está localizado.
Comparação entre os documentos fiscais
| Documento fiscal | Principal finalidade | Tipo de operação | Público mais comum | Forma de emissão | Documento auxiliar |
|---|---|---|---|---|---|
| NFC-e | Registrar vendas do varejo | Venda ao consumidor final | Pessoas físicas e consumidores finais | Emissão e autorização eletrônicas | DANFE NFC-e |
| NF-e | Registrar circulação de mercadorias | Vendas, devoluções, remessas e transferências | Empresas e consumidores identificados | Emissão e autorização eletrônicas | DANFE |
| SAT | Registrar operações varejistas conforme a regulamentação aplicável | Venda ao consumidor final | Consumidores do varejo | Processamento por equipamento ou solução autorizada | Extrato do CF-e-SAT |
| Cupom fiscal | Comprovar uma venda no varejo | Venda presencial | Consumidor final | Depende do equipamento e do modelo fiscal autorizado | Cupom emitido pelo equipamento |
| Documento não fiscal | Registrar ou apresentar dados comerciais | Orçamento, pedido ou comprovante interno | Clientes e equipe da empresa | Emitido pelo sistema comercial | Impressão ou arquivo sem validade fiscal |
Um pedido, orçamento ou comprovante interno não substitui um documento fiscal. Esses registros podem ajudar na organização comercial, mas não possuem a mesma finalidade da NFC Nota Fiscal, da NF-e ou de outro modelo fiscal autorizado.
A escolha correta depende da operação realizada, da localização do estabelecimento e das obrigações da empresa. Por isso, além de possuir um sistema compatível, é necessário manter os cadastros fiscais revisados e confirmar as exigências com a contabilidade.
Como funciona a emissão da NFC Nota Fiscal pelo sistema PDV?
A emissão da NFC Nota Fiscal pelo sistema PDV começa no momento em que o operador registra os produtos da venda. O sistema reúne as informações comerciais, fiscais e financeiras da operação, realiza as validações necessárias e prepara os dados que serão enviados para autorização.
Quando o PDV possui emissão fiscal integrada, não é necessário preencher o documento em uma ferramenta separada. Os dados informados durante o atendimento são aproveitados automaticamente, tornando a operação mais rápida e diminuindo o risco de divergências.
Registro dos produtos
O primeiro passo é registrar no PDV todos os produtos escolhidos pelo consumidor. Esse processo pode ser feito pela leitura do código de barras, pela pesquisa do nome do item ou pela digitação de um código interno.
A leitura do código de barras costuma tornar o atendimento mais ágil. Ao identificar o código, o sistema localiza o cadastro correspondente e apresenta informações como descrição, preço, unidade de venda e saldo disponível.
Quando o produto não possui código de barras ou a leitura não funciona, o operador pode pesquisá-lo pelo nome, referência ou código interno. Para facilitar essa busca, os cadastros devem ser claros, completos e padronizados.
Depois de localizar o item, o operador informa a quantidade comercializada. O sistema calcula o subtotal com base na quantidade e no preço unitário. Em produtos vendidos por peso ou medida, a quantidade pode apresentar valores fracionados, conforme a unidade cadastrada.
Durante o registro, o PDV também deve permitir:
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Alterar a quantidade antes da finalização;
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Remover um produto incluído incorretamente;
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Consultar o preço cadastrado;
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Aplicar descontos permitidos;
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Registrar acréscimos quando aplicáveis;
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Conferir o valor total da venda;
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Identificar eventuais restrições da operação.
Os descontos precisam seguir as permissões definidas pelo estabelecimento. Dependendo da configuração, o operador pode ter um limite autorizado, enquanto descontos maiores podem exigir a liberação de um responsável.
Antes de prosseguir para o pagamento, é importante conferir se os produtos, as quantidades, os preços e os descontos estão corretos. Essas informações serão utilizadas na geração da NFC Nota Fiscal e devem representar exatamente a venda realizada.
Identificação do pagamento
Após o registro dos produtos, o sistema apresenta o valor total que deve ser pago. O operador seleciona a forma utilizada pelo consumidor e informa o valor recebido.
Entre os meios de pagamento que podem ser registrados estão:
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Dinheiro;
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Cartão de crédito;
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Cartão de débito;
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Pix;
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Vale;
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Carteira digital;
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Crediário, quando adotado pelo estabelecimento;
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Outras formas cadastradas.
No pagamento em dinheiro, o sistema pode calcular o troco automaticamente. Para isso, o operador informa o valor recebido, e o PDV apresenta a diferença que deve ser devolvida ao consumidor.
Nas vendas com cartão, é necessário indicar corretamente se a operação foi realizada no crédito ou no débito. Quando houver parcelamento, o sistema pode registrar a quantidade de parcelas e as condições configuradas pelo estabelecimento.
No Pix, o pagamento deve ser confirmado antes da finalização da venda. Se o PDV possuir integração com o meio de pagamento, a confirmação pode ocorrer automaticamente. Sem essa integração, o operador precisa verificar o recebimento conforme o procedimento adotado pela empresa.
O consumidor também pode dividir o pagamento entre diferentes meios. Uma parte pode ser paga em dinheiro e outra no cartão, por exemplo. Nesse caso, o PDV deve registrar cada forma e seu respectivo valor, garantindo que a soma corresponda ao total da venda.
A identificação correta do pagamento é importante porque essa informação faz parte da NFC Nota Fiscal. Divergências entre o valor recebido no caixa e o meio informado no documento podem dificultar conferências financeiras e fiscais.
Transmissão das informações
Depois que os produtos e o pagamento são confirmados, o PDV reúne os dados necessários para gerar o documento fiscal. O sistema utiliza as informações da empresa, dos produtos, do consumidor, quando identificado, e da própria venda.
Antes da transmissão, são realizadas validações para verificar se os campos obrigatórios estão preenchidos. O sistema pode conferir dados como:
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CNPJ e inscrição estadual do estabelecimento;
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Número e série do documento;
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Data e horário da emissão;
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Informações fiscais dos produtos;
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Quantidades e valores;
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Descontos e acréscimos;
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Total da venda;
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Forma de pagamento;
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Identificação do consumidor, quando informada;
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Certificado digital;
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Código de Segurança do Contribuinte.
Se os dados estiverem corretos, o documento é assinado digitalmente e enviado para autorização. O serviço responsável analisa as informações e devolve uma resposta ao sistema.
Quando a operação é aprovada, o PDV recebe o protocolo de autorização e registra o documento como autorizado. A partir desse momento, o sistema pode gerar a representação auxiliar da NFC Nota Fiscal, contendo a chave de acesso e o QR Code.
Caso exista alguma inconsistência, o documento pode ser rejeitado. O sistema deve apresentar o motivo para que o usuário corrija o cadastro ou a configuração responsável pelo problema e realize uma nova transmissão.
Armazenamento e entrega ao consumidor
Após a autorização, o arquivo eletrônico deve ser armazenado de forma organizada. O sistema pode permitir consultas por data, número, cliente, valor, operador ou status da emissão.
A representação auxiliar pode ser impressa em uma impressora compatível ou disponibilizada por meio digital. O documento entregue ao consumidor apresenta um resumo da operação e os dados necessários para consultar a emissão.
A integração permite que o registro da venda, a movimentação do estoque, o lançamento do caixa e a emissão fiscal aconteçam no mesmo fluxo. Isso reduz a necessidade de controles paralelos e facilita a conferência das informações.
O que é necessário para integrar a NFC-e ao PDV?
A integração da NFC Nota Fiscal ao PDV depende do cumprimento de requisitos fiscais e técnicos. Antes de iniciar a emissão, a empresa precisa verificar as exigências aplicáveis, organizar os cadastros e configurar corretamente o sistema.
Como os procedimentos podem variar conforme o estado, o regime tributário e a atividade exercida, a empresa deve validar as informações com a contabilidade e com os órgãos responsáveis.
Credenciamento fiscal
O credenciamento fiscal é uma das primeiras etapas para começar a emitir. Esse procedimento identifica o estabelecimento como emissor autorizado e pode ser realizado nos canais disponibilizados pela Secretaria da Fazenda responsável.
Antes de solicitar o credenciamento, é importante verificar se os dados cadastrais da empresa estão atualizados. Divergências no CNPJ, na inscrição estadual, no endereço ou na atividade podem impedir o avanço da configuração.
Também é necessário confirmar:
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Se a empresa está obrigada ou autorizada a emitir NFC-e;
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Qual procedimento de credenciamento deve ser seguido;
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Quais códigos e credenciais precisam ser solicitados;
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Quais regras são aplicáveis ao estado;
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Como funciona o ambiente de homologação;
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Quando a emissão em produção pode ser iniciada;
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Quais modelos fiscais podem ser utilizados.
Depois do credenciamento, a empresa recebe ou solicita os dados necessários para configurar a emissão no sistema. Essas informações devem ser inseridas com atenção para evitar rejeições.
Certificado digital
O certificado digital funciona como uma identificação eletrônica da empresa. Ele é utilizado para assinar os documentos fiscais e confirmar a identidade do emitente durante a transmissão.
Existem diferentes tipos de certificado. O A1 é normalmente armazenado como arquivo digital e possui validade determinada. Por poder ser instalado ou configurado no ambiente utilizado pelo sistema, costuma facilitar processos automatizados, dependendo da solução adotada.
O A3 geralmente fica armazenado em um dispositivo físico, como token ou cartão, e pode exigir que o equipamento esteja conectado durante a utilização. A compatibilidade depende das características do sistema PDV e da estrutura de emissão.
Antes de contratar ou renovar o certificado, é necessário verificar qual formato é aceito pelo sistema. Também é importante acompanhar a data de validade, pois um certificado vencido pode impedir novas emissões.
O controle deve considerar:
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Tipo do certificado;
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Data de emissão;
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Data de vencimento;
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Senha de acesso;
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Local seguro de armazenamento;
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Responsável pela renovação;
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Compatibilidade com o sistema;
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Procedimento de instalação ou atualização.
Senhas e arquivos do certificado devem ser protegidos. O acesso deve ser limitado às pessoas e aos sistemas que realmente precisam utilizá-los.
CSC e token
O CSC é o Código de Segurança do Contribuinte. Ele participa da geração e da validação do QR Code apresentado na representação auxiliar da NFC Nota Fiscal.
Além do código, normalmente existe um identificador associado, também chamado de token ou ID do CSC. Ambos precisam ser configurados corretamente no sistema para que o QR Code seja gerado de acordo com as exigências.
A empresa deve solicitar ou consultar essas informações no canal disponibilizado pela administração tributária estadual. Em alguns casos, os códigos utilizados no ambiente de homologação são diferentes daqueles empregados no ambiente de produção.
Por serem informações sensíveis, o CSC e seu identificador não devem ser compartilhados sem necessidade. O armazenamento deve ocorrer de maneira segura, com acesso restrito aos responsáveis pela configuração fiscal.
Se houver suspeita de exposição, alteração ou uso indevido, a empresa deve verificar o procedimento adequado para revogar e gerar um novo código.
Configurações do sistema
Com o credenciamento, o certificado e o CSC disponíveis, é necessário configurar o PDV. Os dados inseridos devem corresponder às informações oficiais da empresa.
Entre as principais configurações estão:
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Razão social;
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Nome do estabelecimento;
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CNPJ;
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Inscrição estadual;
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Endereço completo;
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Código do município;
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Regime tributário;
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Série do documento;
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Numeração inicial;
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Ambiente de emissão;
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Certificado digital;
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CSC e identificador;
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Formas de pagamento;
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Dados fiscais dos produtos.
A série e a numeração precisam seguir uma sequência controlada. Duplicidades ou configurações incorretas podem causar rejeições. Se mais de um ponto de venda emitir documentos, o sistema deve organizar a numeração para impedir conflitos.
O ambiente de homologação é utilizado para testes. Os documentos emitidos nele não representam vendas fiscais reais. Já o ambiente de produção é destinado às operações efetivas do estabelecimento.
O cadastro fiscal dos produtos também é indispensável. Cada item deve possuir informações compatíveis com sua classificação e com a operação realizada. Dados incompletos ou incorretos podem impedir a autorização da NFC Nota Fiscal.
Como fazer a integração da NFC Nota Fiscal ao sistema PDV?
A integração deve ser realizada de maneira planejada. Não basta apenas vincular o certificado digital e iniciar as emissões. É necessário revisar a rotina de vendas, organizar os cadastros, testar diferentes situações e preparar os operadores.
Mapear o processo de venda
O primeiro passo é compreender como o atendimento funciona. Esse levantamento ajuda a identificar quais recursos precisam ser configurados e quais situações devem ser testadas.
É importante verificar:
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Como os produtos são localizados;
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Se existe leitura de código de barras;
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Como os preços são definidos;
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Quem pode conceder descontos;
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Quais meios de pagamento são aceitos;
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Se existem pagamentos divididos;
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Quando o consumidor é identificado;
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Como funcionam cancelamentos e devoluções;
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Como a empresa opera sem conexão;
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Quantos caixas realizam emissões.
Também deve ser definido em qual momento a emissão será iniciada. Normalmente, ela ocorre após a confirmação dos produtos e do pagamento. Essa ordem evita que um documento seja emitido antes de a venda estar devidamente conferida.
Revisar o cadastro dos produtos
O cadastro dos produtos fornece grande parte das informações utilizadas na emissão da NFC Nota Fiscal. Por isso, ele deve ser revisado antes dos testes.
Entre os principais campos estão:
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NCM;
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CEST, quando aplicável;
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CFOP;
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CST ou CSOSN;
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Unidade comercial;
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Origem da mercadoria;
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Código de barras;
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Descrição do produto;
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Alíquotas e regras tributárias;
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Código interno;
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Preço de venda.
O NCM identifica a classificação fiscal da mercadoria. O CEST pode ser necessário para produtos sujeitos a determinadas regras tributárias. O CFOP indica a natureza da operação, enquanto CST ou CSOSN representa a situação tributária conforme o regime da empresa.
A unidade comercial deve corresponder à forma como o item é vendido, como unidade, quilograma, litro, caixa ou pacote. O código de barras deve estar associado ao produto correto para evitar que outro item seja incluído durante a leitura.
Essas informações não devem ser preenchidas por suposição. A definição dos códigos e das regras tributárias precisa ser validada com a contabilidade.
Configurar a emissão fiscal
Depois da revisão cadastral, os parâmetros de emissão devem ser incluídos no sistema. A configuração começa pelos dados do estabelecimento e continua com o certificado, o CSC, a série, a numeração e o ambiente.
O sistema também deve ser preparado para imprimir ou disponibilizar o documento auxiliar. A impressora precisa estar instalada, conectada e configurada com o tamanho de papel adequado.
Nessa etapa, deve-se verificar:
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Se o certificado foi reconhecido;
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Se a senha está correta;
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Se o CSC pertence ao ambiente selecionado;
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Se a série está liberada;
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Se a numeração inicial está correta;
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Se os dados da empresa estão completos;
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Se as formas de pagamento estão cadastradas;
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Se a impressora funciona corretamente;
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Se o QR Code aparece de forma legível;
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Se o sistema está preparado para contingência.
Realizar testes
Os testes devem começar no ambiente de homologação. Essa etapa permite identificar erros sem utilizar documentos fiscais válidos.
É recomendado simular diferentes operações, como:
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Venda de um único produto;
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Venda com vários itens;
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Produto vendido em quantidade fracionada;
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Aplicação de desconto;
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Pagamento em dinheiro;
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Pagamento com cartão;
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Pagamento por Pix;
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Pagamento dividido;
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Venda com consumidor identificado;
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Cancelamento de documento;
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Emissão durante indisponibilidade de comunicação.
Em cada teste, devem ser conferidos os produtos, as quantidades, os valores, os descontos, os tributos e as formas de pagamento. O total registrado no PDV precisa ser igual ao total apresentado no documento.
Também é importante consultar o QR Code, verificar a chave de acesso e conferir a impressão. Se houver rejeição, o motivo deve ser analisado antes de repetir o teste.
Iniciar a operação
Depois que os testes forem concluídos, o sistema pode ser configurado no ambiente de produção. Antes da primeira emissão válida, é necessário conferir novamente a série, a numeração, o CSC e os dados da empresa.
Nas primeiras vendas, o acompanhamento deve ser mais próximo. Isso facilita a identificação de cadastros incompletos, formas de pagamento incorretas ou configurações que não apareceram durante os testes.
Os operadores devem ser orientados sobre:
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Registro e conferência dos produtos;
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Seleção da forma de pagamento;
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Identificação do consumidor;
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Interpretação das mensagens do sistema;
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Procedimento diante de uma rejeição;
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Cancelamento de uma venda;
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Operação em contingência;
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Reimpressão do documento auxiliar;
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Consulta das emissões realizadas.
A equipe também precisa saber diferenciar uma autorização de uma rejeição. A impressão de um comprovante não significa, por si só, que a emissão foi autorizada. O status deve ser conferido no sistema.
Após o início da operação, os cadastros devem continuar sendo revisados. A entrada de novos produtos, alterações tributárias, renovação do certificado e mudanças nos meios de pagamento exigem acompanhamento para manter a emissão da NFC Nota Fiscal funcionando corretamente.
Quais são os benefícios de integrar a NFC-e ao sistema PDV?
A integração da NFC Nota Fiscal ao sistema PDV permite que o registro da venda e a emissão fiscal sejam realizados em um único processo. Os dados informados no caixa são utilizados para gerar o documento, atualizar o estoque e registrar a movimentação financeira.
Essa integração contribui para organizar a rotina do estabelecimento, reduzir tarefas repetitivas e facilitar a conferência das operações. Os benefícios podem ser percebidos tanto no atendimento ao consumidor quanto nos controles internos da empresa.
Mais agilidade no atendimento
Em um processo integrado, a emissão da nota acontece durante a finalização da venda. O operador não precisa copiar os dados para outro sistema ou preencher o documento fiscal separadamente.
Depois de registrar os produtos e a forma de pagamento, o PDV prepara os dados, realiza as validações e transmite o documento para autorização. Quando o retorno é recebido, o comprovante pode ser impresso ou disponibilizado digitalmente.
A redução de etapas manuais pode diminuir o tempo necessário para atender cada consumidor, especialmente nos horários de maior movimento. Isso contribui para:
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Reduzir filas no caixa;
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Agilizar o registro dos produtos;
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Evitar a repetição de dados;
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Finalizar pagamentos com mais rapidez;
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Facilitar o trabalho do operador;
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Padronizar o processo de atendimento.
A agilidade não depende apenas da velocidade do sistema. O cadastro correto dos produtos, a estabilidade da conexão e a preparação dos operadores também influenciam o tempo de emissão da NFC Nota Fiscal.
Redução de erros
Quando a venda e a emissão fiscal são realizadas em sistemas separados, o operador pode precisar digitar as mesmas informações mais de uma vez. Essa repetição aumenta o risco de selecionar um produto incorreto, informar outra quantidade ou registrar um valor diferente.
Com a integração, o sistema aproveita automaticamente os dados inseridos no PDV. As descrições, os preços, as quantidades e as informações tributárias são obtidos dos cadastros existentes.
Isso pode reduzir problemas relacionados a:
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Digitação incorreta;
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Divergência entre o valor vendido e o valor documentado;
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Seleção errada da forma de pagamento;
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Aplicação incorreta de descontos;
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Utilização de dados fiscais incompletos;
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Duplicidade de registros;
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Diferenças entre o caixa e os documentos emitidos.
A padronização também facilita a identificação de inconsistências. Caso um produto esteja sem uma informação fiscal obrigatória, o sistema pode apresentar um aviso antes da transmissão ou informar o motivo da rejeição.
Entretanto, a integração não corrige automaticamente um cadastro incorreto. Para obter informações confiáveis, a empresa precisa revisar os dados fiscais dos produtos e manter as configurações atualizadas.
Integração com o estoque
Ao finalizar uma venda, o sistema pode realizar a baixa automática dos produtos comercializados. Dessa forma, o saldo disponível é atualizado sem a necessidade de lançar manualmente a saída de cada item.
Essa atualização ajuda a empresa a acompanhar:
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Quantidades disponíveis;
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Produtos com estoque baixo;
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Itens mais vendidos;
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Movimentações por período;
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Entradas e saídas;
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Cancelamentos;
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Devoluções;
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Diferenças identificadas em inventários.
Se cinco unidades de determinado produto forem incluídas em uma venda, o PDV pode reduzir essa mesma quantidade do estoque. Assim, a informação apresentada para a equipe tende a refletir melhor a disponibilidade real.
Os cancelamentos e as devoluções também precisam ser integrados. Quando uma operação é cancelada corretamente, o sistema deve analisar se os produtos devem retornar ao saldo. Essa movimentação evita que o estoque permaneça reduzido por uma venda que deixou de ser válida.
A integração entre a NFC Nota Fiscal e o estoque também facilita a rastreabilidade das movimentações. A empresa pode consultar qual venda provocou determinada saída e verificar se a quantidade registrada corresponde ao documento emitido.
Integração financeira
Além do estoque, o PDV pode atualizar os controles financeiros de acordo com a forma de pagamento selecionada. Uma venda em dinheiro movimenta o caixa de maneira diferente de uma operação no cartão, no Pix ou no crediário.
O sistema pode registrar:
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Valor total da venda;
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Descontos e acréscimos;
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Pagamento em dinheiro;
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Pagamento no crédito ou débito;
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Recebimento por Pix;
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Pagamento dividido;
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Troco entregue;
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Parcelas e datas de vencimento;
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Taxas vinculadas aos meios eletrônicos;
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Cancelamentos e estornos.
Esses dados ajudam no fechamento do caixa e na conferência dos valores movimentados. Também permitem comparar as vendas registradas com os recebimentos identificados em cada meio de pagamento.
Quando existe pagamento parcelado, o sistema pode organizar as contas a receber de acordo com as condições definidas. Dessa forma, a venda é registrada no momento da operação, enquanto os valores futuros são acompanhados conforme seus vencimentos.
A integração reduz a necessidade de criar lançamentos financeiros manualmente. No entanto, os valores devem ser conferidos para identificar diferenças, cancelamentos não processados ou recebimentos ainda não confirmados.
Centralização das informações
Um sistema integrado mantém as informações comerciais, fiscais, financeiras e de estoque relacionadas à mesma venda. Isso facilita consultas e reduz a dependência de planilhas ou controles separados.
O usuário pode localizar:
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Histórico de vendas;
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Documentos autorizados;
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Emissões rejeitadas;
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Notas canceladas;
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Operações em contingência;
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Valores recebidos;
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Produtos movimentados;
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Operadores responsáveis;
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Dados do consumidor, quando informados;
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Relatórios por período.
As consultas podem ser realizadas por data, número do documento, valor, cliente, operador ou status. Essa centralização torna mais simples conferir uma operação e localizar o arquivo correspondente à NFC Nota Fiscal.
Como lidar com rejeições, cancelamentos e falta de internet?
Mesmo com o sistema configurado corretamente, podem ocorrer situações que impedem ou alteram o fluxo normal da emissão. Rejeições, cancelamentos e falhas de comunicação precisam ser tratados com procedimentos claros para evitar documentos pendentes ou informações divergentes.
Rejeições na emissão
A rejeição ocorre quando o documento transmitido apresenta alguma inconsistência e não é autorizado. Nesse caso, o sistema recebe um código e uma mensagem indicando o problema identificado.
Uma emissão rejeitada não deve ser considerada autorizada. O usuário precisa analisar a mensagem, corrigir a causa e transmitir novamente o documento.
Entre os motivos que podem gerar rejeições estão:
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Cadastro fiscal incorreto;
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NCM inválido ou incompleto;
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CFOP incompatível;
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CST ou CSOSN incorreto;
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CEST ausente quando necessário;
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Numeração duplicada;
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Série configurada incorretamente;
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Certificado digital vencido;
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CNPJ ou inscrição estadual divergente;
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Dados tributários inconsistentes;
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Forma de pagamento incompatível;
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Total dos pagamentos diferente do total da venda;
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Configurações fiscais incompletas.
Quando a rejeição estiver relacionada ao produto, o cadastro deve ser corrigido antes de uma nova tentativa. Se o problema estiver no certificado, na série ou no ambiente, será necessário revisar os parâmetros da empresa.
O ideal é que o sistema apresente a mensagem de maneira compreensível e mantenha um histórico das tentativas. Isso facilita a identificação de problemas recorrentes e ajuda a corrigir cadastros que afetam mais de uma venda.
Como reduzir a ocorrência de rejeições
Algumas medidas ajudam a diminuir as falhas durante a emissão da NFC Nota Fiscal:
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Revisar os cadastros antes de iniciar a operação;
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Validar as informações tributárias com a contabilidade;
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Acompanhar a validade do certificado digital;
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Controlar série e numeração;
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Conferir as formas de pagamento;
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Testar as configurações no ambiente de homologação;
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Manter o sistema atualizado;
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Orientar os operadores sobre as mensagens de retorno;
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Acompanhar documentos rejeitados ou pendentes.
Uma rejeição não deve ser ignorada. Se o atendimento for encerrado sem que o documento seja autorizado ou tratado corretamente, podem surgir diferenças entre a venda, o estoque, o caixa e os registros fiscais.
Cancelamento da NFC-e
O cancelamento é utilizado quando um documento autorizado precisa perder sua validade. Essa operação deve seguir as regras, as condições e os prazos aplicáveis à empresa.
O sistema normalmente solicita um motivo para o cancelamento. A justificativa deve explicar de maneira objetiva por que a operação está sendo cancelada. Depois da solicitação, é necessário aguardar o retorno para confirmar se o cancelamento foi aceito.
O cancelamento deve atualizar os controles relacionados à venda. Dependendo da situação, o sistema pode:
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Registrar o status do documento como cancelado;
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Estornar a movimentação do caixa;
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Reverter lançamentos financeiros;
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Retornar os produtos ao estoque;
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Registrar o usuário responsável;
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Armazenar o protocolo do cancelamento;
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Manter o histórico da operação.
Cancelar apenas a venda no PDV, sem realizar o evento fiscal correspondente, pode gerar divergências. Da mesma forma, cancelar o documento fiscal sem atualizar o estoque e o financeiro pode manter informações incorretas nos controles internos.
É importante diferenciar cancelamento, devolução e correção de cadastro. Nem toda situação pode ser resolvida pelo cancelamento da NFC Nota Fiscal, principalmente quando o prazo permitido já terminou ou quando a mercadoria já foi devolvida em outro momento. O procedimento adequado deve ser confirmado com a contabilidade.
Emissão em contingência
A contingência é utilizada quando o sistema não consegue se comunicar normalmente com o serviço autorizador. Isso pode ocorrer por falta de internet, instabilidade na rede ou indisponibilidade temporária do serviço fiscal.
Quando a contingência está corretamente configurada, o PDV pode manter o atendimento e gerar o documento conforme o procedimento permitido. A operação fica registrada para transmissão ou regularização posterior.
O fluxo pode envolver:
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Identificação da falha de comunicação;
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Ativação da contingência;
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Registro da venda;
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Geração do documento;
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Entrega do comprovante ao consumidor;
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Armazenamento da emissão pendente;
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Restabelecimento da conexão;
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Transmissão dos documentos;
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Conferência do retorno.
A contingência não significa que os documentos podem permanecer indefinidamente sem acompanhamento. Assim que a comunicação for normalizada, as emissões pendentes devem ser transmitidas dentro dos procedimentos e prazos aplicáveis.
O sistema deve permitir consultar documentos em contingência, identificar quais ainda não foram autorizados e apresentar os respectivos retornos. Também é importante impedir a duplicidade de emissões durante a retransmissão.
Como escolher um sistema PDV com emissão de NFC Nota Fiscal?
A escolha do sistema deve considerar as necessidades do estabelecimento e as exigências fiscais aplicáveis à operação. Além de emitir documentos, a solução precisa organizar o atendimento, o estoque, o caixa e os registros financeiros.
Antes da contratação, é importante mapear a quantidade de caixas, o volume de vendas, os meios de pagamento, os equipamentos utilizados e os relatórios necessários.
Funcionalidades essenciais
Um sistema com emissão de NFC Nota Fiscal deve integrar a venda ao processo fiscal. Os produtos registrados no caixa precisam ser aproveitados automaticamente na geração do documento, evitando a repetição de informações.
Entre as funcionalidades que devem ser avaliadas estão:
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Emissão integrada de NFC-e;
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Cadastro fiscal de produtos;
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Leitura de código de barras;
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Controle de preços e descontos;
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Registro de diferentes pagamentos;
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Pagamentos divididos;
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Abertura e fechamento de caixa;
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Baixa automática do estoque;
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Cancelamento de vendas;
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Operação em contingência;
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Armazenamento dos arquivos;
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Consulta dos documentos emitidos;
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Relatórios de vendas e informações fiscais;
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Controle de usuários e permissões;
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Integração com o financeiro;
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Histórico das operações.
O controle de permissões é importante para limitar ações como descontos, cancelamentos, alterações de preços e reimpressões. O sistema deve registrar o usuário responsável por cada operação.
Também é necessário verificar se a solução permite localizar documentos autorizados, rejeitados, cancelados e pendentes. Essa consulta facilita o acompanhamento e evita que falhas fiquem sem tratamento.
Facilidade de utilização
A tela do PDV precisa ser organizada e permitir que o operador encontre rapidamente os principais recursos. Um processo complexo pode aumentar o tempo de atendimento e gerar erros, mesmo quando o sistema possui diversas funcionalidades.
Durante a avaliação, é importante observar:
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Quantas etapas são necessárias para finalizar uma venda;
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Como os produtos são pesquisados;
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Como as mensagens de rejeição são apresentadas;
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Se o pagamento dividido é simples de registrar;
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Como funciona o cancelamento;
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Onde os documentos podem ser consultados;
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Como o operador identifica uma emissão pendente;
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Se os relatórios são fáceis de filtrar.
O treinamento dos operadores também deve fazer parte da implantação. A equipe precisa conhecer o fluxo de venda e saber como agir diante de uma rejeição ou falha de conexão.
Compatibilidade fiscal e atualizações
As regras fiscais podem variar conforme o estado, o regime tributário e a atividade da empresa. Por isso, o sistema deve ser compatível com as exigências aplicáveis ao estabelecimento.
É necessário avaliar se a solução recebe atualizações para acompanhar alterações técnicas e fiscais. Também deve ser verificada sua compatibilidade com certificado digital, CSC, série, numeração e ambiente de emissão.
A empresa deve confirmar se o sistema atende aos documentos fiscais utilizados em suas operações. Um comércio que também realiza vendas para empresas, entregas ou transferências pode precisar de outros modelos além da NFC Nota Fiscal.
Segurança e armazenamento
O sistema terá acesso a dados fiscais, informações comerciais e credenciais da empresa. Por esse motivo, é necessário avaliar os mecanismos de segurança e o controle de acesso.
Alguns pontos importantes são:
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Proteção do certificado digital;
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Restrição de acesso ao CSC;
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Controle de usuários;
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Registro das ações realizadas;
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Armazenamento dos arquivos fiscais;
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Rotinas de cópia de segurança;
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Recuperação de informações;
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Proteção contra alterações indevidas.
Também é importante saber por quanto tempo os documentos ficam disponíveis e como podem ser exportados. A empresa não deve depender apenas da impressão, pois o arquivo eletrônico é parte essencial da operação fiscal.
Estabilidade e compatibilidade com equipamentos
O sistema deve funcionar de maneira estável durante a rotina do caixa. Interrupções frequentes podem causar filas, vendas pendentes e dificuldade para controlar a sequência dos documentos.
A compatibilidade deve ser verificada com:
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Computadores utilizados no caixa;
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Leitores de código de barras;
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Impressoras;
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Balanças;
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Gavetas de dinheiro;
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Equipamentos de pagamento;
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Sistema operacional;
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Conexão disponível no estabelecimento.
Antes da implantação, é recomendado testar os equipamentos que serão usados. Isso ajuda a identificar problemas de instalação, comunicação ou configuração.
Custos de implantação e utilização
A análise do preço não deve considerar apenas a mensalidade. Alguns sistemas podem cobrar separadamente pela implantação, configuração fiscal, quantidade de caixas, emissão de documentos ou integrações.
Os custos podem incluir:
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Mensalidade;
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Implantação;
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Treinamento;
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Configuração fiscal;
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Certificado digital;
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Equipamentos;
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Pontos de venda adicionais;
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Armazenamento;
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Atualizações;
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Integrações;
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Emissões excedentes.
A empresa deve solicitar uma descrição clara do que está incluído em cada plano. Essa conferência evita despesas não previstas após o início da operação.
Perguntas para fazer ao fornecedor
Antes de escolher o sistema, é indicado esclarecer questões técnicas, fiscais e comerciais. Algumas perguntas importantes são:
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O sistema atende às regras do estado onde a empresa está localizada?
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A emissão ocorre diretamente durante a finalização da venda?
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Quais tipos de certificado digital são compatíveis?
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O sistema possui modo de contingência?
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Como os documentos pendentes são identificados?
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Como os arquivos fiscais são armazenados?
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É possível exportar os documentos?
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O sistema alerta sobre o vencimento do certificado?
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Quais equipamentos são compatíveis?
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Como funcionam os cancelamentos?
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Existe controle de usuários e permissões?
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O estoque é atualizado automaticamente?
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As formas de pagamento são integradas ao financeiro?
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Existem custos adicionais por emissão?
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O plano possui limite de caixas, usuários ou documentos?
As respostas devem ser comparadas com a rotina do estabelecimento. Um sistema adequado é aquele que atende às obrigações fiscais e mantém a venda integrada aos controles internos, permitindo que a emissão da NFC Nota Fiscal seja realizada com agilidade, segurança e organização.
Conclusão
A integração da NFC Nota Fiscal ao sistema PDV permite unir o registro da venda, a emissão fiscal, a movimentação do estoque e o controle financeiro em um único processo. Dessa forma, as informações cadastradas durante o atendimento podem ser utilizadas automaticamente para gerar o documento fiscal, reduzindo tarefas manuais e registros duplicados.
Para que a integração funcione corretamente, a empresa precisa cumprir alguns requisitos. O processo envolve o credenciamento fiscal, a configuração do certificado digital, o cadastro do CSC, a definição da série e da numeração e a revisão dos dados tributários dos produtos.
Informações como NCM, CEST, CFOP, CST ou CSOSN, unidade comercial, origem da mercadoria e regras tributárias devem estar corretamente cadastradas. Como essas definições dependem do regime tributário e das características da operação, é importante validá-las com a contabilidade.
Antes de iniciar as emissões válidas, a empresa deve utilizar o ambiente de homologação para testar diferentes situações. Vendas com desconto, pagamentos divididos, identificação do consumidor, cancelamentos e operação em contingência precisam ser verificados. Essa etapa ajuda a identificar inconsistências antes que elas afetem a rotina do estabelecimento.
O sistema também deve estar preparado para lidar com rejeições. Quando um documento não é autorizado, o motivo precisa ser identificado e corrigido. Problemas no cadastro fiscal, certificado vencido, numeração duplicada e divergências no pagamento estão entre as situações que podem impedir a emissão.
Em casos de falta de internet ou indisponibilidade do serviço autorizador, a contingência pode manter o atendimento em funcionamento, conforme as regras aplicáveis. Entretanto, os documentos pendentes precisam ser acompanhados e transmitidos posteriormente para evitar irregularidades.
Ao escolher um sistema PDV, é necessário avaliar facilidade de uso, compatibilidade fiscal, segurança, armazenamento dos documentos, controle de usuários, integração com estoque e financeiro, funcionamento em contingência e custos de utilização.
Com cadastros revisados, configurações adequadas e operadores preparados, a integração da NFC Nota Fiscal pode tornar o atendimento mais ágil, diminuir erros e centralizar informações importantes. Assim, o estabelecimento consegue organizar melhor suas vendas e manter os controles comerciais, financeiros, fiscais e de estoque alinhados.
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Perguntas frequentes sobre este tema
A NFC Nota Fiscal é um documento eletrônico usado para registrar vendas realizadas ao consumidor final no comércio varejista.
O PDV reúne os dados dos produtos e do pagamento, valida as informações fiscais e envia o documento para autorização.
A empresa pode precisar de credenciamento fiscal, certificado digital, CSC, dados cadastrais atualizados e produtos configurados corretamente.
Em determinadas situações, o sistema pode utilizar o modo de contingência e transmitir os documentos pendentes após o restabelecimento da comunicação.