Para empresas ME e EPP

O que é Simples Nacional para empresa?

O Simples Nacional é o regime tributário que unifica vários impostos em uma única guia (DAS) para microempresas (ME) e empresas de pequeno porte (EPP) que cumprem os requisitos legais. É diferente do MEI — aqui falamos de CNPJ com estrutura de empresa (LTDA, EIRELI, etc.) optante pelo Simples.

Comparativo com Lucro Real e Presumido em Lucro Real, Presumido e Simples. Para MEI, veja emissor MEI.

Anexos do Simples Nacional

A alíquota depende da atividade (CNAE) e do faturamento acumulado

Anexo I — Comércio
Anexo II — Indústria
Anexo III — Serviços (locação, academias etc.)
Anexo IV — Serviços (construção, vigilância etc.)
Anexo V — Serviços intelectuais
Fator R — Pode migrar III ↔ V conforme folha

Emissor e gestão para empresa no Simples

O que o Nota Fácil entrega no plano Gestão Completa

NFC-e, NF-e, NFS-e

Emissão conforme sua operação — varejo, B2B ou serviços municipais.

PDV integrado

Loja no Simples emite nota e baixa estoque no mesmo fluxo — PDV para loja.

Estoque e financeiro

Controle de produtos, contas e relatórios sem planilha paralela.

100% na nuvem

Acesse de qualquer lugar — emissor web sem instalar servidor.

Certificado A1

Suporte na configuração do certificado digital para emissão.

Suporte humano

WhatsApp (14) 3500-9578 para dúvidas operacionais do dia a dia.

Guia completo

Guia: Simples Nacional na prática da empresa

Elegibilidade, DAS, nota fiscal e quando revisar o enquadramento.

Quem pode optar pelo Simples

Para entrar ou permanecer no Simples Nacional, a empresa precisa respeitar limites de receita bruta acumulada nos últimos 12 meses, ter CNAE permitido, não ter débitos com a Receita ou previdência (em regras específicas), e os sócios não podem participar de outra empresa como titular no Simples. Algumas atividades são vedadas — bancos, factoring, importação de combustíveis, entre outras listadas na lei.

A opção pelo Simples é feita no Portal do Simples Nacional, em geral até janeiro do ano-calendário ou no ato da abertura do CNPJ. Mudanças de regime exigem cuidado: consulte sempre seu contador antes de sair do Simples.

Como funciona o DAS

O DAS (Documento de Arrecadação do Simples Nacional) concentra IRPJ, CSLL, PIS, Cofins, IPI (quando couber), ICMS, ISS e CPP. A alíquota efetiva sobe conforme a faixa de faturamento no anexo da atividade. Empresas com folha relevante podem usar o Fator R para enquadrar serviços no Anexo III em vez do V — reduzindo a carga em muitos casos.

O DAS é mensal e deve ser pago até o dia 20 do mês seguinte (ou próximo dia útil). Atraso gera multa e juros; manter o PGDAS-D e declarações em dia é obrigação do empresário com apoio do contador.

Nota fiscal no Simples Nacional

Estar no Simples não dispensa nota fiscal. Lojas emitem NFC-e ao consumidor; vendas para outras empresas podem exigir NF-e; prestadores de serviço emitem NFS-e no município. O emissor deve usar CST e informações compatíveis com o Simples — erro comum é configurar como Lucro Presumido no software e gerar rejeição na SEFAZ.

O emissor de nota do Nota Fácil é configurado para a realidade da PME no Simples, com integração a estoque e financeiro. Para operação só fiscal, o sistema emissor cobre o fluxo completo.

MEI x empresa no Simples

O MEI paga DAS-MEI fixo e tem teto de faturamento bem menor. Ao ultrapassar limites ou contratar funcionário além da regra MEI, a empresa migra para ME no Simples (ou outro regime). O ecossistema Nota Fácil acompanha: começamos no emissor MEI e escalamos para gestão completa quando o CNPJ cresce.

Quando vale sair do Simples

  • faturamento acima do teto permitido;
  • alíquota efetiva do anexo muito alta para sua margem;
  • atividade que passa a ser vedada;
  • necessidade de créditos de PIS/Cofins (comum ao migrar para Lucro Real);
  • contador indicando simulação favorável ao Presumido ou Real.

Antes de sair, simule custo total: impostos + contador + software + obrigações acessórias.

Obrigações além do DAS

Empresas no Simples ainda entregam declarações como DEFIS, ECD/ECF em cenários específicos, DIRF quando há retenções, eSocial com funcionários, além de manter livros e documentos fiscais conforme orientação contábil. O emissor organiza XML e relatórios de vendas — matéria-prima para o contador fechar o ano.

Por que usar gestão integrada no Simples

Muitas PME no Simples começam só com emissor. Quando o volume cresce, faltam estoque confiável, fechamento de caixa e visão financeira. O plano Gestão Completa do Nota Fácil (R$ 79,90/mês) une PDV, estoque, fiscal e financeiro — evitando três sistemas que não conversam.

Fale no WhatsApp (14) 3500-9578 ou vendas@notafacil.ia.br. Enquadramento e DAS: com seu contador. Ver planos.

Aviso importante

Conteúdo educativo

Tetos de faturamento, anexos e regras do Simples mudam com leis e resoluções do CGSN. Este guia não substitui assessoria contábil.

Para opção ou saída do Simples Nacional, consulte um contador habilitado.

Nota Fácil · Simples Nacional

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Tire suas dúvidas

Perguntas frequentes — Simples Nacional

A legislação define tetos para ME e EPP (valores atualizados periodicamente). Acima do limite, a empresa deixa de poder optar pelo Simples — confirme o vigente com seu contador.

Sim, para NF-e, NFC-e e a maioria das NFS-e. O Nota Fácil suporta certificado A1 e ajuda na configuração inicial.

Sim. O Nota Fácil integra PDV, NFC-e e estoque — ideal para comércio no Anexo I do Simples.

MEI tem regime próprio. Use nosso emissor para MEI; quando virar ME no Simples, migre para o plano completo.

Leia o guia Lucro Real, Presumido e Simples e peça simulação ao contador com seu faturamento real.